Quem é gay friendly, afinal? Parada Gay 2007 – São Paulo
Postado em: Sem categoria por Mustafá Jarouche em 15-06-2007
É uma tendência o investimento no público gay. O relatório da Witeck-Combs Communications, já discutido aqui no kama, declarava o verdadeiro potencial de mercado desse público e uma nova postura de atuação no mercado. Mas o que faz uma empresa ser gay friendly?
A parada desse ano foi um marco em patrocÃnio. Só a Caixa Econômica Federal destinou R$ 120 mil à organização. Talvez seja o único banco brasileiro que reconheça a parceria entre pessoas do mesmo sexo. Todo mundo ganha com a parada gay: hotéis, lojas de roupas, shoppings, transporte, ambulantes, boates. Mas estes empresários estão por dinheiro e/ou pelo apoio a diversidade sexual?
É importante discriminar que nem sempre uma empresa que patrocina eventos como a parada é gay friendly, assim como polÃticos, sindicatos e associações. Existe uma linha muito discreta que separa essas empresas, assim como aquelas que lutam pelo meio-ambiente e na verdade não o fazem.
A Human Rights Campaign (HRC) lança todo ano critérios que fazem uma empresa ser considerada gay friendly. Cabe ressaltar que esses critérios não servem para polÃticos, sindicatos ou associações, apesar que deveriam existir também. Para saber mais: Aguarde os próximos artigos aqui no kama.

