Arquivo de Ponto G

Herpes – parceria

Categoria(s): Ponto G por Yasmin Farah em 18-09-2007

Para qualquer tipo de DST

Para qualquer tipo de DST a parceria deve ser informada, e após infectado é fundamental interromper qualquer forma de contato sexual que transmita fluidos corporais. A responsabilidade com o outro deve sempre fazer parte de qualquer prática sexual, mas a decisão de fazê-la é particular de cada um.

Mesmo não apresentando sintomas a parceria pode estar infectada, pois o vírus pode ser transmitido mesmo usando preservativo devido  às feridas que estão fora da área de proteção do preservativo em contato com a pele. Muitos cuidados precisam ser tomados, pois a infecção ocorre com o contato íntimo. A primeira providência deve ser procurar um médico e iniciar tratamento.

O Herpes é mais comum em mulheres e a transmissão da infecção é mais provável de homem para mulher do que de mulher para homem, devido como se manifesta nos genitais masculino e feminino. Além disso, o Herpes torna a pessoa mais suscetível ao contágio do HIV, pois pessoas com o vírus tem maiores probabilidades de transmití-lo.

Para as pessoas não infectadas as medidas de prevenção para o Herpes são:

  • Manter os cuidados de higiene diária;
  • Reduzir o número de parcerias sexuais;
  • Utilizar sempre preservativo com essas parcerias, mesmo  as estáveis;
  • Visitar médico de confiança para exames preventivos, mesmo os homens.

Para as pessoas infectadas as medidas de administração do Herpes são:

  • Cumprir as medidas de prevenção;
  • Cumprir as medidas de tratamento;
  • Eliminar ou reduzir o consumo de drogas;
  • Balancear a alimentação;
  • Praticar exercícios físicos regularmente;
  • Diminuir o estresse físico e emocional.
  • Recomenda-se a busca de tratamento psicológico, devido as problemas gerados pela infecção.

Uma vez tratado, para o reaparecimento das lesões causadas pelo vírus, é importante saber:

  • Uma pessoa poder estar infectada do Herpes mesmo sem apresentar os sintomas, pois ele é potencialmente contagioso;
  • O vírus pode ser transmitido por secreções salivares, vaginais, as penianas mesmo não apresentando inflamações nas áreas afetadas, estão com o vírus ativo;
  • O herpes pode reaparecer como uma nova infecção aproximadamente após 12 meses com a reativação do vírus;
  • Com o tempo as manifestações do Herpes passam a ser menos doloridas e agressivas, regredindo espontaneamente;
  • Uma má qualidade de vida pode propiciar uma baixa no sistema imunológico e conseqüentemente o reaparecimento da infecção.

Herpes – tratamento

Categoria(s): Ponto G por Yasmin Farah em 13-09-2007

É possível viver bem com herpes

Após o contágio do herpes é fundamental a interrupção de qualquer forma de contato sexual, corpóreos que transmitam fluídos. A primeira manifestação tende a ser mais agressiva, uma vez que o corpo não apresenta anticorpos no organismo, além disso, a baixa imunidade do indivíduo contribui para a infecção. Com o passar do tempo as manifestações passam a ser menos dolorosas e agressivas, tendem a regredir espontaneamente.

O período de incubação do vírus é de três a quinze dias, pode vir associado com febre, dores musculares, mal-estar, dores ao urinar, íngua e dores de cabeça. A maioria das pessoas infectadas desenvolve uma nova infecção após doze meses aproximadamente, com a reativação do vírus principalmente com a exposição a raios ultravioletas, estresse físico ou emocional, drogas, falta de exercício físico, entre outros.

O Herpes não pode ser curado totalmente, mas existem medicamentos que controlam a virose; assim como na gripe, os medicamentos influenciam no tratamento ao Herpes .

Herpes – como é?

Categoria(s): Ponto G por Yasmin Farah em 12-09-2007

Herpes aparece de repente

O Herpes aparece na forma de bolhas nas áreas não genitais e forma de buque, nas áreas genitais, tanto feminina, quanto masculina. As duas formas de manifestação causam grande desconforto nas pessoas infectadas, trazem problemas de ordem física e psicológica.

Geralmente aparece no tipo 1 com uma coceira intensa, que ao coçar pode levar as bolhas a romperem causando uma ferida e no tipo 2 é perceptível um aumento da sensibilidade no genital, ardor, formigamento, e gânglios inflamados que precedem a erupção; as manchas vermelhas evoluem para a forma de buque após alguns dias.

No homem o Herpes costuma atingir a glande e o prepúcio e na mulher os pequenos e grandes lábios, clitóris e colo do útero. O Herpes Genital pode atingir ainda a uretra, a região anal e perianal.

O Herpes quando contraído durante a gestação pode ser mais danoso ao feto do que uma infecção recorrente, pela agressividade com que a manifestação ocorre. Ele coloca em risco a vida do recém-nascido pelo contato com o canal do parto, recomenda-se parto cesariana, para que não haja contato com a vagina e as lesões ativas.

Herpes – o que é

Categoria(s): Ponto G por Yasmin Farah em 04-09-2007

Herpes Tipo 1

O herpes genital é virose transmitida principalmente pelo contato sexual, inclusive pelo sexo oral. Pode ser de dois tipos: Herpes Simplex Vírus, o tipo 1 (HSV-1) e Herpes Simplex Vírus 2, o tipo 2 (HSV-2). O vírus tipo 1 ataca a área não genital, apresenta-se como herpes facial, principalmente na boca, nariz e olhos e o tipo 2 afeta os órgãos sexuais masculino e feminino.

O herpes é uma doença potencialmente contagiosa mesmo na ausência dos sintomas, pois o vírus permanece para sempre no corpo uma vez infectado. Um fator fundamental para o contágio e proliferação da doença é a baixa do sistema imunológico humano que permite que a doença se desenvolva, fator extraordinariamente intensificado em pacientes HIV positivo.

Para prevenção é fundamental:

  • Utilize sempre preservativo;
  • Faça exames clínicos periódicos;
  • Reduza o número de parcerias sexuais;
  • Interrupção das práticas sexuais na presença de sintomas.

HPV – minha parceria

Categoria(s): Ponto G por Yasmin Farah em 13-08-2007

Cumplicidade e Sexualidade

Para qualquer tipo de DST a parceria sempre deve ser informada. Recebemos muitas dúvidas como essa: “Fui infectado anos atrás, não aparecem mais lesões há dois anos. Devo informar meu atual parceiro”. A resposta é “SIM”, principalmente se vocês pretendem partir para uma relação sexual sem o uso do preservativo. A responsabilidade com outro deve sempre fazer parte de qualquer prática sexual, mas a decisão de fazê-la é particular de cada um.

Se você está se relacionando com alguém e foi diagnosticada a infecção, é necessário informar o parceiro, pois ele também pode estar infectado. Ambos devem procurar um tratamento apropriado. Discutir de quem é a culpa da infecção é desnecessário. As lesões causadas pelo HPV, na maioria das vezes, são de infecções ocorridas há anos. É importante sim, conversar sobre o compromisso e a proteção para que as futuras relações sexuais sejam seguras e prazerosas.

Para as pessoas não infectadas as medidas de prevenção para HPV são:

  • Manter os cuidados de higiene diária;
  • Reduzir o número de parcerias sexuais;
  • Utilizar sempre preservativo com essas parcerias, mesmo  as estáveis;
  • Visitar médico de confiança para exames preventivos, mesmo os homens.

Para as pessoas infectadas as medidas de administração do HPV são:

  • Cumprir as medidas de prevenção;
  • Eliminar ou reduzir o consumo de tabaco;
  • Balancear a alimentação;
  • Praticar exercícios físicos regularmente;
  • Realizar exames preventivos a cada seis meses.

Uma vez tratado, para o reaparecimento das lesões causadas pelo vírus, é importante saber:

  • Pesquisas refutam que a reinfecção pelo mesmo parceiro é uma causa significativa no aparecimento de novas lesões;
  • Não é possível afirmar que toda nova lesão trata-se de uma nova infecção ou reativação da infecção anterior;
  • O reaparecimento das lesões possui relação com número de parceiros sexuais sem proteção, devido a novas cargas virais que podem ser adquiridas;
  • Uma má qualidade de vida pode propiciar um aumento da carga viral e conseqüentemente o reaparecimento de lesões.

HPV – tratamento

Categoria(s): Ponto G por Yasmin Farah em 08-08-2007

Cigarro nunca combinou com sexualidade…

O tratamento do HPV consiste na remoção das verrugas. Isso não garante a remoção completa ou a possibilidade do vírus continuar infectando.

A remoção das verrugas pode ser feita por:

  • Congelamento (Crioterapia)
  • Cauterização
  • Laser
  • Cirurgia

A escolha da técnica está ligada à avaliação clínica do médico, quantidade e tamanho das verrugas. Todos os métodos podem deixar pequenas cicatrizes.

Recomendam-se as pessoas que foram infectadas pelo HPV que fiquem atentos ao seu sistema imunológico, pois sua baixa torna-se possível a manifestação do vírus e conseqüentemente as verrugas. Um grande número de verrugas pode gerar deformação no órgão genital feminino e/ou masculino.

Tabagismo, excesso de estresse, sedentarismo e má alimentação são alguns fatores que contribuem para a queda do sistema imunológico.

HPV – como é?

Categoria(s): Ponto G por Yasmin Farah em 03-08-2007

Procure saber como é

O HPV também é conhecido como condiloma acuminado, crista de galo ou verruga genital. Pode ser encontrada na glande (pênis), região perianal, vulva, períneo, vagina e/ou colo do útero. Em casos mais raros, o vírus pode aparecer na mucosa do nariz, boca e/ou laringe.

A infecção pode ser dolorida no local onde estão presentes as verrugas. Clinicamente é identificado por meio de uma biopsia. Se não tratado, pode evoluir para um câncer dependendo do tipo de vírus infectado, além disso, as pesquisas apontam sua presença em aproximadamente todos os casos de câncer de colo de útero.

Torna-se complicado sua identificação pelo vírus permanecer em estado de latência (não se manifestando), fator que auxilia seu desenvolvimento. É comum sua manifestação quando o sistema imunológico está baixo.

Doença Sexualmente Transmissível (DST) – o que é

Categoria(s): Ponto G por Mustafá Jarouche em 23-07-2007

Luta contra a DST/AIDS

Doença sexualmente transmissível (DST) é aquela cujo contágio ocorre através do contato sexual (oral, vaginal e/ou anal) com uma pessoa infectada. São conhecidas também popularmente por doenças venéreas.

A forma de contágio mais comum é pelo contato sexual sem o uso de preservativo. Mas, existem outras formas:

  • Transmissão da mãe infectada para o bebê durante a gravidez ou parto;
  • Transfusão de sangue contaminado;
  • Compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas;
  • Compartilhamento de brinquedos sexuais sem preservativo.

Existem vários tipos de agentes causadores DST, esses agentes dividem-se em dois grupos: vírus ou bactérias. O tratamento varia de acordo com o tipo de agente (bactéria mais fácil), estágio em que se encontra a doença e medicação utilizada.

Os principais tipos de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST):

  • AIDS (SIDA)
  • Blenorragia (gonorréia)
  • Cancro (Mole, duro ou sifilítico)
  • Candidíase genital (Monolíase)
  • Citomegalovírus (CMV)
  • Clamídia
  • Donovanose (Granuloma inguinal)
  • Hepatite
  • Herpes
  • Linfogranuloma inguinal
  • Oftalmia Neonatal
  • Phitiriase do púbis (Chato)
  • Sífilis
  • Tricomoníase urogenital
  • Vaginose Bacteriana
  • HPV (Human Papiloma Virus)
  • Vírus do molusco contagioso
  • Vírus T – (Linfotrópico Humano HTLV 1 e 2)

O uso de preservativos em todas as relações sexuais é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão das doenças sexualmente transmissíveis (DST). Em breve o kama descreverá todas as informações sobre as DST: causas; sinais e sintoma; formas de contágio; prevenção; tratamento; e pesquisas. Fique conosco e aguarde!

HPV – o que é

Categoria(s): Ponto G por Yasmin Farah em 02-02-2007

Descrição do HPV

HPV, Human Papiloma Virus, são bolhinhas que vivem dentro das células e se proliferam, nas mucosas vaginais: vulva, vagina, colo do útero; pênis e ânus. O HPV se manifesta por verrugas ou microscopicamente. Quando a manifestação é por verrugas atinge a vagina, pênis e ânus. Já a microscópica, ocorre no pênis, vagina e colo do útero. Existem mais de 100 tipos, sendo que 20 infectam por trato genital.

Para prevenção é fundamental:

  • Utilize sempre preservativo;
  • Faça exames clínicos periódicos;
  • Cuidado com artigos íntimos (empréstimos);
  • Cuidados ao utilizar banheiros de higiene desconhecida;
  • Nos motéis, certifique-se da higiene da banheira, lençóis e toalhas.

Após o contágio o HPV pode permanecer adormecido, ou seja, sem as manifestações descritas. Estima-se que de 50 a 75% dos homens e mulheres sexualmente ativos entrem em contato com um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas.